segunda-feira, janeiro 23
Genes e Ambiente: do Super-Homem ao Popeye
Por causa da treta das eleições até me esqueci de referir esta excelente conferência a que assisti na semana passada.
Conferência pelo Prof Sobrinho Simões no âmbito do Ciclo “Despertar para a Ciência”
O ambiente no Auditório da Reitoria da UC era quase de concerto Rock, estas conferências destinam-se antes de mais a despertar para a ciência os rapazes e as raparigas dos 14-17 anos, e estavam lá tantos mas tantos que depois de esgotarem as cadeiras sentaram-se por tudo quanto era chão, ao colo uns dos outros em qualquer nesga de espaço. No meio daquela confusão temi pelo sucesso da conferência. Mas, Sobrinho Simões é um comunicador nato, e prendeu-os durante uma hora inteirinha.
O tema genes e ambiente: “O Super-Homem é um extra-terrestre, nascido num planeta longínquo, com uma constituição genética totalmente distinta da nossa. O Popeye, pelo contrário, é um marinheiro bem terráqueo, a puxar para o rufia, que vai buscar a sua energia aos espinafres. Estão assim balizados os limites que se estendem dos genes ao ambiente.
E nós? «Nós por cá todos bem», como dizia o outro. Porque, no fundo, somos o produto da interacção permanente (e mais ou menos equilibrada) dos nossos genes com o ambiente em que vivemos” (do resumo da conferência).
Uma lição de como comunicar ciência.
Conferência pelo Prof Sobrinho Simões no âmbito do Ciclo “Despertar para a Ciência”
O ambiente no Auditório da Reitoria da UC era quase de concerto Rock, estas conferências destinam-se antes de mais a despertar para a ciência os rapazes e as raparigas dos 14-17 anos, e estavam lá tantos mas tantos que depois de esgotarem as cadeiras sentaram-se por tudo quanto era chão, ao colo uns dos outros em qualquer nesga de espaço. No meio daquela confusão temi pelo sucesso da conferência. Mas, Sobrinho Simões é um comunicador nato, e prendeu-os durante uma hora inteirinha.
O tema genes e ambiente: “O Super-Homem é um extra-terrestre, nascido num planeta longínquo, com uma constituição genética totalmente distinta da nossa. O Popeye, pelo contrário, é um marinheiro bem terráqueo, a puxar para o rufia, que vai buscar a sua energia aos espinafres. Estão assim balizados os limites que se estendem dos genes ao ambiente.
E nós? «Nós por cá todos bem», como dizia o outro. Porque, no fundo, somos o produto da interacção permanente (e mais ou menos equilibrada) dos nossos genes com o ambiente em que vivemos” (do resumo da conferência).
Uma lição de como comunicar ciência.
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