quarta-feira, julho 9
O post anterior do -Luis T-
Sobre o meu anterior post (assinado por "Luis" e apelidado pelo Sérgio de "Luis T."), e quase de forma telegráfica:
- Parece-me claro e óbvio, que peguei de facto num caso actual e concreto e parti no sentido de opinar sobre algo mais geral que atormenta os nossos dias e a nossa forma de viver... Ou pelo menos a minha pois, como em tudo, acredito há quem se dê muito bem com as coisas assim.
- Se tenho interesse particular neste caso concreto? Claro que tenho... tenho-o como cidadão, contribuinte e ser social!
- Acho que casos e ideias gerais interessam sempre debater, e mesmo os particulares podem levar-nos à reflexão sobre questões importantíssimas; se achasse que nem uns nem outros tinham qualquer relevância não tentava sequer digerir a informação e pensamentos -felizmente todos com forte cunho pessoal- que por aqui se vão exprimindo...
- Não ouso, nem ousarei, fazer passar sentidos universais de justiça. Parece-me é que esta é tão importante quando se debatem grandes causas internacionais como é em tudo o que, de facto, altera a nossa forma de estar e de viver...
- Mais do que as incertezas, chocam-me certas certezas da justiça. E preocupo-me sobretudo com quem "leva" com elas em cima... Por maior incerteza que possa haver do lado de quem "pisa", parece-me quem é "esmagado" fica com pouca margem para tal.. Mas são opiniões, claro!
- Será que clamar por justiça no contexto mencionado é pegar fogo ao mundo? Se sim, incineremos o sistema judicial de alto a baixo e promovam-se os incendiários ao que, afinal, poderão ser: justiceiros iluminados dos tempos modernos!
- Já agora desculpem-me se feri alguma susceptibilidade.. Não foi meu interesse concreto fazê-lo; mas, olhado para trás, e tendo em conta o que o texto aborda, parece mais que evidente que é quase incontornável que tal possa suceder...
Pronto, era só isto....
- Parece-me claro e óbvio, que peguei de facto num caso actual e concreto e parti no sentido de opinar sobre algo mais geral que atormenta os nossos dias e a nossa forma de viver... Ou pelo menos a minha pois, como em tudo, acredito há quem se dê muito bem com as coisas assim.
- Se tenho interesse particular neste caso concreto? Claro que tenho... tenho-o como cidadão, contribuinte e ser social!
- Acho que casos e ideias gerais interessam sempre debater, e mesmo os particulares podem levar-nos à reflexão sobre questões importantíssimas; se achasse que nem uns nem outros tinham qualquer relevância não tentava sequer digerir a informação e pensamentos -felizmente todos com forte cunho pessoal- que por aqui se vão exprimindo...
- Não ouso, nem ousarei, fazer passar sentidos universais de justiça. Parece-me é que esta é tão importante quando se debatem grandes causas internacionais como é em tudo o que, de facto, altera a nossa forma de estar e de viver...
- Mais do que as incertezas, chocam-me certas certezas da justiça. E preocupo-me sobretudo com quem "leva" com elas em cima... Por maior incerteza que possa haver do lado de quem "pisa", parece-me quem é "esmagado" fica com pouca margem para tal.. Mas são opiniões, claro!
- Será que clamar por justiça no contexto mencionado é pegar fogo ao mundo? Se sim, incineremos o sistema judicial de alto a baixo e promovam-se os incendiários ao que, afinal, poderão ser: justiceiros iluminados dos tempos modernos!
- Já agora desculpem-me se feri alguma susceptibilidade.. Não foi meu interesse concreto fazê-lo; mas, olhado para trás, e tendo em conta o que o texto aborda, parece mais que evidente que é quase incontornável que tal possa suceder...
Pronto, era só isto....
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