quarta-feira, julho 9
na guerra do Iraque fui pelo Benfica
Interessante, a retoma do assunto Iraque (afinal de contas, por todo o lado se diz que é importante a retoma, que venha ela...).
Mas, desculpem, não encontro nada de novo. O suporte da decisão da guerra é simples: o regime iraquiano não tem armas de destruição em massa.
Se tivesse não havia guerra. Pelo menos esta guerra.
Mais interessante ainda, o seguidismo. Todos acham que existe, mas ninguém se acha parte. O que, em si, já poderia significar a existência do seguidismo dos que dizem que não o são. Mas então: Serão tolos todos os seguidistas? Como não se interessam pela contra-corrente, supostamente mais inteligente? Será supremo alinhar no que poucos alinham, (inconfessadamente) porque poucos alinham?
Pelo sim, pelo não, do meio deste pasquim neotecnológico, me declaro benfiquista.
Mas, desculpem, não encontro nada de novo. O suporte da decisão da guerra é simples: o regime iraquiano não tem armas de destruição em massa.
Se tivesse não havia guerra. Pelo menos esta guerra.
Mais interessante ainda, o seguidismo. Todos acham que existe, mas ninguém se acha parte. O que, em si, já poderia significar a existência do seguidismo dos que dizem que não o são. Mas então: Serão tolos todos os seguidistas? Como não se interessam pela contra-corrente, supostamente mais inteligente? Será supremo alinhar no que poucos alinham, (inconfessadamente) porque poucos alinham?
Pelo sim, pelo não, do meio deste pasquim neotecnológico, me declaro benfiquista.
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